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Ministro Paulo Guedes diz que economia do Brasil se recupera em “V”

Ministro Paulo Guedes diz que economia do Brasil se recupera em “V”

Guedes diz que economia do país se recupera em “V”

Ministro Paulo Guedes diz que economia vai se recuperar em “V”

O ministro Paulo Guedes defendeu nesta terça-feira, que a queda de 9,7% no PIB no segundo trimestre deste ano é um retrato de um momento que já passou. Paulo Guedes argumentou que a economia já começou a se recuperar e que o produto interno bruto a soma de todas as riquezas produzidas no país para esse ano não será igual ao valor divulgado pelo IBGE para os meses de abril maio e junho.

Guedes disse “Não quer dizer que o BIP brasileiro vai cair 10%, então hoje todas as estimativas são de uma queda entre 4 e 5% quer dizer praticamente a metade do que esse som que tá chegando agora de um passado distante como a velocidade da luz é diferente da velocidade do som, você vê um raio muito cedo e o som chega muito depois é a mesma coisa com a economia chegou agora o som de uma queda inicial do PIB de 10% só que a realidade é outra”.

O ministro da economia usou os dados do CAGED para justificar a opinião de que a economia já se recupera segundo o cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Após fechar mais de um 1 milhão e 200 mil vagas de emprego nos três primeiros meses da pandemia, o Brasil criou 131 mil novas vagas de emprego no mês de julho.

O ministro ainda disse “então claramente não fomos atingidos em abril com a perda de quase um milhão de emprego em maio 300.000 em junho 30.000 em julho já criamos 130 mil empregos criados é uma economia que já está voltando as atividade mesmo que alguns setores ainda atingidos estejam perdendo empregos”

Projeções para o ano que vem

Para o ano que vem, o ministro disse que se o país continuar a fazer reformas será possível destravar investimentos e a economia voltará a crescer. “Se este ano estamos caindo 3,5%, 4%, 4,5%, poderemos ser surpreendidos com um crescimento dessa mesma magnitude no ano que vem. Poderemos estar crescendo 3%, 3,5%, 4%, 4,5%. Só depende do nosso ritmo de reformas”, afirmou, citando as reformas administrativa e tributária que estão tratando na câmara e senado.

Fonte: agenciabrasil

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